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Para o fim de semana, um vídeo sarcasticamente bem construído pelo grupo da década de 70, Monty Python. Trata-se de um esquete chamado Futebol Filosófico, no qual jogam os expoentes da filosofia grega clássica contra a filosofia alemã moderna.

Lembrança do ótimo Blog Almanaque Esportivo.

Juliana de Brito

Desde 2005, a cada final de novembro os torcedores gremistas relembram do mormaço do dia 26 daquele ano. Grêmio x Náutico, Estádio Eládio de Barros Carvalho, ou o palco de todos os aflitos. Ademar, Galatto, Andershow, Mano Menezes, Odone, Djalma Beltrami.

Uma temporada na segunda divisão deixa qualquer torcedor com o orgulho um tanto ferido. Mas há aspectos e lições do futebol que só são aprendidas diante das dificuldades da verba reduzida, dos estádios precários, da arbitragem desqualificada e, ainda por cima, da corneta diária da torcida adversária. É disso que se constitui o futebol e, principalmente, são estes ingredientes que compõe a rotina de quem está na série B.

Nesta escola da vida chamada SEGUNDONA, espera-se que os alunos mais dedicados sejam os cartolas. São eles que precisam reerguer financeira e moralmente uma entidade, geralmente centenária, no caso dos grandes clubes que experimentam as amarguras desta condição. Os marqueteiros também devem se aproveitar do momento para reconquistar o torcedor – e seu dinheiro. São essenciais as chamadas ações de comunicação em momentos de crise, seja lá o que for isso.

Quatro anos depois do recesso à elite (?) do futebol brasileiro, muitos questionam o que o Grêmio tem a comemorar nesta data. É importante também refletir o que mudou de lá para cá. Uma nova diretoria, o projeto para a Arena, o crescimento do quadro social, duas disputas na Libertadores da América, dois títulos regionais e participações vergonhosas na Copa do Brasil e Sul-Americana. Resumidamente, estes são os resultados finais no futebol, mas tem também o saldo financeiro, do qual esporadicamente temos acesso e não sabemos de sua total transparência.

Fato é que o Grêmio soube se levantar, crescer. Porém, ainda não montou nenhuma equipe efetiva, que conseguisse títulos. Não fez nada que a torcida possa comemorar na Avenida Goethe, como foi naquele início de noite. A preocupação atual é não repetir os mesmos erros do início do século, tendência que se desenha conforme as decisões e especulações dos atuais dirigentes tricolores. No dia 26 de novembro, os gremistas só têm a festejar as lições aprendidas. E também a tensão à flor da pele e o sangue nos olhos que só o futebol de segundo nível é capaz de abrolhar.

(Re)Veja do que estou falando no vídeo:



Juliana de Brito

Adeus, Tcheco

Choram as Tchequetes. Chora o Tcheco

Desde sua primeira passagem pelo Grêmio, de 2006 a 2007, Anderson Simas Luciano, o Tcheco, coleciona carinho e ódio da torcida. Reconhecido como líder da equipe na campanha que levou ao segundo lugar na Libertadores da América de 2007, Tcheco sai sem arrancar muitos lamentos devido a temporada apagada. Quanto às lamúrias, faço uma ressalva, pois não é possível esquecer-se das Tchequetes, grupo de torcedores – principalmente garotas – que acreditam nas qualidades visivelmente já esvaecidas do jogador. Agora, seu destino provável é o Corinthians de Mano Menezes. E, se depender de Tcheco, não será em 2010 que o Timão conquistará o título inédito.

Admito que é perigosa esta minha última afirmação. Afinal, futebol é imprevisível e, por isso, não se pode ter ideias tão definitivas. Mas, com as minhas convicções e meu eterno amor e ódio ao jogador, elencarei os motivos que me levam a esta conclusão. E a primeira, por incrível que pareça, não é culpa dele: se Tcheco for a principal opção de armador para a equipe de Mano – e a direção corinthiana realmente tenha desistido de Riquelme – a tendência é que tudo desande. Tcheco precisa ter, no mínimo, três jogadores a sua volta que carreguem grandes qualidades, como serenidade, habilidade e velocidade, porque ele não é provido destas.

Incorporado no papel de capitão do Grêmio, Tcheco sempre ousou desafiar a arbitragem como se isso fosse de direito. Além do mais, a habitual atitude de segurar a bola toda vez que tocado irritava até torcedores do Grêmio. Essa não é uma característica que possa ser intitulada de esperteza ou malandragem, e sim de burrice. Não que Tcheco seja burro. Mas não é este tipo de ação que se espera de um líder de grupo. Reitero: Tcheco, muito pelo contrário, não é burro. Tem caráter e inteligência, sabe responder à imprensa e cativar o torcedor. Seu problema é de comportamento dentro de campo no melhor momento de uma partida de futebol: o da definição.

Aos 33 anos, não é possível apontar para um ápice na carreira de Tcheco, tanto que no clube que mais atuou (o Grêmio) seus únicos títulos foram dois regionais. Especialmente neste ano, muitos avaliam seu futebol como de um ex-jogador. Como articulador, pouco colaborou com o Tricolor na pífia campanha de 2009. No Brasileirão, o grande número de cartões (11 amarelos), sendo a maioria por reclamação, somado ao fraco desempenho desencadeou em mais cobranças da torcida, do técnico e da direção. Dispensável, só não saía da equipe com mais frequência por falta de opção. Já no fim do campeonato, desaponta o meia-atacante Douglas Costa. E talvez o este também tenha sido um dos fatores para a saída do ex-capitão.

A Era Tcheco já acabou há muito tempo. Porém, só agora, em comum acordo entre direção e jogador, resolveu-se concretizar o fim. Vai embora sem escrever com títulos sua história no Grêmio. O próprio admitiu frustração por não ter conquistado campeonatos de maior visibilidade. Em seus discursos, obviamente, nunca aceitou o papel de indiferente: “Já fechei o pau dentro do vestiário por causa de derrotas e ninguém ficou sabendo”. Pelos resultados, nem imaginamos este tipo de atitude mesmo. Apesar de tudo, cabe isentar Tcheco da culpa total desta apatia, falta de tempero e ausência de ambição que lhe tem sido atribuída. Por fim, é preciso agradecer: obrigada e boa sorte.

Um vídeo que mostra por que a adoração da torcida pelo jogador ultrapassa a alegria dos gols marcados:

Juliana de Brito

Levei um bom tempo de buscas avançadas no arquivo da Revista Veja procurando um texto que foi indicado outrora em aula pelo mestre Juan Domingues. Quando já desistia de encontrá-lo, surge o artigo como primeira sugestão de resultado no Google. Trata-se de um texto no qual o jornalista Roberto Pompeu de Toledo desenvolve a sua teoria sobre os nomes terminados em “on”, muito comuns no futebol.

Transcrevo abaixo o artigo publicado no dia 25 de fevereiro de 2009 na última página da Revista Veja, espaço de responsabilidade de Toledo. Também é possível visualizar o original no site da revista.

Geração “on”

A seleção da coluna entrará em campo para o próximo compromisso com a seguinte formação: Glédson; Joílson, Halisson, Acleisson e Richarlyson; Vanderson, Kléberson, Glaydson e Taison; Wallyson e Keirrison. No banco de reservas ficarão Wanderson (goleiro), Jadilson, Maylson, Leanderson, Cleverson e Roberson. A seleção adversária, armada no três-cinco-dois, se apresentará com: Weverton; Adailton, Heverton e Welton; Arilton, Cleiton, Éverton, Uelliton e Neilton; Washington e Elton. Os reservas serão Dalton (goleiro), Erivelton, Hamilton, Wellington, Hélton e Jailton.

Primeiro aviso ao leitor incauto: os nomes são todos verdadeiros, de jogadores em atividade no futebol brasileiro. Segundo aviso: se os mais distraídos ainda não perceberam, o embate acima dá-se entre os nomes terminados em “son” contra os terminados em “ton”. Nomes em “son” e “ton” hoje abundam, nos gramados, como estrelas no céu. Tempos atrás, mais característicos eram os apelidos de duas sílabas, Pelé, Didi, Dida, Pepe, Telê, alegres e infantis. Os terminados em “son” e “ton”, ao contrário, são nomes severos, que evocam chefes guerreiros. Tanto eles se multiplicam que para escalar as seleções não foi preciso ir além de um restrito universo. Na grande maioria, são de jogadores dos times da primeira divisão do Campeonato Brasileiro, com apenas alguns poucos reforços – afinal, Weverton, goleiro do Vila Nova, de Goiás, não merecia ficar de fora, nem Acleisson, volante do Mirassol, clube do interior paulista.

A questão é: por que a pesada preferência pelos nomes em “son” e “ton”? O futebol não é um universo fechado. Ele espelha a sociedade brasileira. Mais exatamente, espelha as camadas mais populares da sociedade. O que leva a concluir que estamos diante de um fenômeno de massa: o povo brasileiro, maciçamente, anda preferindo dar nomes em “son” e “ton” aos filhos homens. Complexas e misteriosas são as razões pelas quais um nome, ou uma classe de nomes, entra ou sai de moda. É tarefa para antropólogos e sociólogos. Modestamente, enquanto se espera por mais doutas explicações, o que se pode é especular.

É de supor, em primeiro lugar, que quem pespega no filho os nomes de Wallyson ou Leanderson espera do interlocutor reação que vá além da indiferença. Afastemos desde logo, no caso do “son”, ter sido ele importado dos costumes nórdicos, em que a terminação “son” (ou “sohn” – “filho”, em inglês, alemão e línguas afins) identifica o filho de alguém de nome igual ao contido nas sílabas precedentes. É improvável que Leanderson signifique “filho de Leander” ou que Wallyson signifique “filho de Wally”. Parece ser mais o caso de criações livres, movidas pelo gosto da invenção. Keirrison, artilheiro do Palmeiras, contou à revista Veja São Paulo que deve seu nome à preferência do pai pela letra K, combinada à admiração pelo beatle George Harrison. Keirrison tem um irmão chamado Kimarrison, de novo com K, e dessa vez homenagem do pai, roqueiro incorrigível, a Jim Morrison. Como Harrison e Morrison viraram Keirrison e Kimarrison, isso fica por conta da peculiar alquimia que rege a produção de nomes no Brasil.

Ao lado do gosto da invenção, a queda pelo estrangeirismo é outro traço que se adivinha nos pais dos “son” e dos “ton”. São nomes que soam estrangeiros. Por coincidência (ou não?), as terminações em “on”, tanto no inglês quanto no francês e no espanhol, correspondem ao “ão” português. Entre outros milhares de exemplos, action, em inglês e francês, e acción, em espanhol, dão em “ação” em português. Ora, o “ão” é o som mais típico da língua portuguesa, terror dos estrangeiros que o tentam imitar. Fugir do “ão”, como se faz, mesmo inconscientemente, quando se opta pelo “on” é negar a língua portuguesa como nem São Pedro negou Jesus Cristo antes que o galo cantasse.

O gosto da invenção, somado à queda pelo estrangeirismo, colabora para a hipótese seguinte: a escolha dos nomes Kléberson ou Richarlyson, Welton ou Arilton, trairia o desejo de, com o fermento de toques originais e estrangeiros, prover o filho de uma personalidade forte e única. Não, ele não haverá de ser um zé qualquer, nem um joão-ninguém. A ironia desta história é que, em contraponto à tendência pelos “son” e “ton” nos estratos populares, nas classes altas vigora a tendência oposta. Lá reinam os Josés e os Joões, Antônios e Franciscos, como fazia décadas não se via. Tal qual em outros campos, um Brasil vai para um lado, o outro para a direção inversa.

VEJA
Roberto Pompeu de Toledo
Edição 2101
25 de fevereiro de 2009

Juliana de Brito

Futebol não é óbvio, mas o jornalismo esportivo é. Na sequência, veja a crítica do talentoso Marcelo Adnet ao formato que utiliza de trocadilhos e recursos defasados no texto; depois, Régis Rösing, o encorajador de um novo estilo – indevidamente copiado por muitos; e, por último, um exemplo criativo de reportagem (com, de novo, a presença de Régis Rösing).



Juliana de Brito

Sete personagens da Feira dão motivos para conferir o último fim de semana (com chuva) do evento.

Acesse os áudios clicando nos nomes:

- João Carneiro, presidente da Câmara do Livro de Porto Alegre.
- Veralindá Menezes, escritora.
- Francisca Campanha, Coordenadora de Marketing da CAIXA.
- Carlos Urbim, escritor e patrono da Feira do Livro.
- Luís Augusto Fischer, escritor.
- Cléia Motte, a Voz do Poste.
- Fabrício Carpinejar, escritor, poeta e grande tuiteiro.

Material produzido para a Rádio Unisinos FM 103.

Juliana de Brito


Amigos da rede Notas Futebolísticas convido a todos a migrarem para a Rádio Unisinos FM, na qual sou uma simples estagiária e agora também uma humilde apresentadora de programa. Estreia nesta terça-feira, 3 de novembro, o 103 Esporte Clube. Música brasileira, notícias do esporte e dicas de atividades culturais.

103 Esporte Clube é ao vivo, de segunda a sexta-feira, do meio-dia às 13h. A Unisinos FM pode ser sintonizada na frequência 103.3 no Vale dos Sinos e Região Metropolitana de Porto Alegre ou em qualquer lugar do Planeta Terra pela internet no site da emissora.

Conto com a participação de vocês, caros ouvintes e leitores do Not Fut. Suas críticas e sugestões podem ser feitas no perfil do programa no Twitter ou via mensagem instantânea no endereço esporteclube103@hotmail.com do MSN.

Obrigada pela audiência,
Juliana de Brito

Felizes os que viram eles jogar

No Dia de Finados, apresento uma lista de falecidos e aposentados dos quais eu – com meus poucos e não favorecidos (futebolisticamente falando) anos de vida – gostaria de ter visto atuar nas quatro linhas. Cito também aqueles que estão vivos por aí, dando o ar da sua graça, mas antes mesmo de eu ter nascido já se mostravam como idosos aposentados falando demais (vide Pelé). E, afinal, como hoje é dia dos mortos, ofereço estas palavras como se fossem minhas flores cheirando e minhas velas queimando para os gênios aclamados por gerações antecedentes à minha.

Lev Yashin, o Aranha Negra (★02/10/1929 — ✞21/03/1990): um defensor que começa sua trajetória jogando hockey sobre gelo já sai na frente. Defendeu a mesma equipe, o Dínamo de Moscou, por 22 anos. Atualmente, não vejo nenhum goleiro especialista em penalidades, característica destacada em Yashin por todos os velhos do futebol. Foram 270 jogos sem levar gol e 150 pênaltis defendidos. Antes de grandes decisões, fumava um cigarro e tomava uma bebida forte. Na reserva, o aposentado Gordon Banks (★30/12/1937).

Djalma Santos (★27/02/1929): o aposentado disputou mais de cem partidas pela Seleção Brasileira, incluídas as copas de 1954, 1958, 1962 e 1966. Segundo especialista, sua força física o permitia ir à frente e seu fôlego o favorecia para voltar a tempo de não deixar a defesa desguarnecida. Que lateral-direito faz isso hoje? Na reserva, o também vivíssimo e aposentado Carlos Alberto Torres (★17/07/1944).

Bobby Moore (★12/04/1941 — ✞24/02/1993): dizem que nem era tão bom por cima, mas que compensava com seu cérebro. Disputou a Copa do Mundo de 1970, foi campeão como capitão em 1966 e também disputou a de 1962. Em 2008, o West Ham anunciou a aposentadoria da camisa 6 do clube que pertenceu a ele de 1958 a 1974. A decisão foi uma homenagem aos 50 anos da estréia do jogador pela equipe londrina. Na reserva, o aposentado Franz Anton Beckenbauer (★11/09/1945)

Domingos Antônio da Guia (★19/11/1912 — ✞18/05/2000): para não confundir que fique claro: Domingos é pai de Ademir da Guia – grande ídolo da história do Palmeiras – e irmão de Ladislau da Guia – maior artilheiro da história do Bangu, com 215 gols. A partir de sua habilidade em driblar os atacantes e avançar na área, criou-se o termo Domingada. Mário Filho dizia que ele não gostava de sujar o uniforme, não arriscava um “carrinho”, e que Domingos dava o bote na hora certa. Na reserva, o aposentado Don Elías Figueroa (★25/10/1945).

Duncan Edwards (★01/10/1936 — ✞21/02/1958): embora ele tenha sobrevivido ao acidente do avião da equipe do Manchester United em Munique, em fevereiro de 1958, morreu quinze dias depois em consequência das suas lesões. Tento vivido poucos anos de vida, não se sabe o quanto Duncan poderia ter sido brilhante. Mas os que o viram jogar afirmam que a habilidade e sua estatura física eram impressionantes. Tornou-se lendário, portanto. Na reserva, o aposentado Nilton Santos (★16/05/1925).

Obdulio Jacinto Varela (★20/09/1917 — ✞02/08/1996): representa nesta lista toda uma equipe que eu gostaria de ter visto jogar: a seleção uruguaia que se sagrou campeã mundial em 1950, em pleno Maracanã. Na reserva, o aposentado Johan Cruyff (★25/04/1947).

Ferenc Puskás Biró (★02/04/1927 — ✞17/11/2006): era considerado gordo e baixo, deselegante e desajeitado. Mas qual a relevância disso no futebol? O que importa é que dizem que em sua época foi o melhor jogador do mundo. Na reserva, Waldir Pereira, o Didi (★08/10/1928 — ✞12/05/2001).

Héctor Pedro Scarone (★26/11/1898 — ✞04/04/1967): o cabeceio era uma de suas principais características. Scarone também sabia parar no ar para aguardar o exato momento de colocar a bola para as redes. Sabia se aproveitar dos arremates. Na reserva, o aposentado Pelé (★23/10/1940).

Garrincha (★28/10/1933 — ✞20/01/1983): Carlos Drummond de Andrade disse: “Se há um deus que regula o futebol, esse deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios”. E a minha geração vê o Robinho na Seleção… Na reserva, o aposentado Alcides Ghiggia (★22/12/1926).

Outros aposentados e falecidos que gostaria de ter visto em campo: Roberto Rivellino (★01/01/1946), Mario Kempes (★15/07/1954), Arthur Friedenreich (★18/07/1892 — ✞06/09/1969), Alfredo di Stefano (★04/07/1926), George Best (★22/05/1946 — ✞25/11/2005) e muitos, muitos outros.

Juliana de Brito,
quase morrendo de nostalgia de um tempo que não viveu.

Não vale tanto a pena assim:

Do ponto de vista jornalístico, é lamentável ouvir as análises e filosofias do comentarista, mas virou divertimento. Também serve como forma de reflexão sobre a qualidade dos destacados jornalistas brasileiros. Ou não.

Juliana de Brito

O vídeo data 10 de dezembro de 2005. O autor do gol e da inusitada comemoração é Matthew Russell, do Rochdale Town. No fim, de nada adiantou o feito pois o F.C United ganhou a partida válida pela Northern Premier League, a 7º Divisão do Futebol Inglês.

Mais informações aqui.

Juliana de Brito

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